Política Educacional - Pedagogia - 4º Sem. / Faculdade Sumaré 2015
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
SP vai transferir mais de 1 milhão de alunos para dividir escolas por séries
SP vai transferir mais de 1 milhão de alunos para dividir escolas por séries
ANDRÉ MONTEIRO
DE SÃO PAULO
23/09/2015 02h00
Compartilhar13 mil
Ouvir o texto
Mais opções
PUBLICIDADE
O governo Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu dividir os colégios estaduais de São Paulo por ciclos de ensino, em um plano que vai fazer até metade dos alunos da rede paulista mudar de escola já a partir do ano que vem.
O objetivo é que a maioria das unidades ofereça classes de apenas um dos três ciclos do ensino básico –anos iniciais (1º ao 5º) e finais (6º ao 9º) do ensino fundamental e ensino médio. Atualmente, cerca de um terço das escolas estaduais funciona assim.
Com a mudança, uma região com três escolas para alunos de todas as séries terá uma unidade para cada etapa.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
EM DEFESA DO PROFESSOR DA ESCOLAR PÚBLICA
EM DEFESA DO PROFESSOR DA ESCOLA PÚBLICA
(...) como toda profissão, o magistério é um ato político porque se realiza no contexto das relações sociais onde se manifestam os interesses das classes sociais. O compromisso ético-político é uma tomada de posição frente aos interesses sociais em jogo na sociedade. - (1994, p. 47). José Carlos Libâneo
Somos uma sociedade acostumada a atribuir a culpa, ou a encontrar quem errou quando algo vai mal. Existe manual infalível que ensine a ensinar o aluno a aprender? No Brasil, por cômputo de honrar acordos internacionais, devido a empréstimos feitos com a justificativa da necessidade de investimentos no sistema educacional, os governos estabeleceram reformas educacionais no Ensino Básico do setor público, com a preocupação de acatar as exigências de financiamentos externos para a educação.
Portanto, os docentes não podem assumir, a culpa pela situação de crise vivida pelo sistema educacional. A intervenção do nosso sistema escolar está baseada em suposições que realmente indicam dificuldades, pois ditam como devemos nos comportar e executar o sistema educacional. Se fosse somente para passar informação, não necessitaríamos de instituições como as escolas. Informação, a mídia passa.
A crise da educação não é culpa de ninguém. Nem dos professores, nem dos administradores ou das diretorias das escolas. Essas hipóteses incorretas foram herdadas através dos anos e nós professores acreditamos que elas fazem parte do cotidiano escolar.Os professores ao longo do tempo, foram obrigados a ser executores de tarefas. Examinar essas questões com criticidade, nos dá a oportunidade real para algumas mudanças significativas.
A crise da educação não é culpa de ninguém. Nem dos professores, nem dos administradores ou das diretorias das escolas. Essas hipóteses incorretas foram herdadas através dos anos e nós professores acreditamos que elas fazem parte do cotidiano escolar.Os professores ao longo do tempo, foram obrigados a ser executores de tarefas. Examinar essas questões com criticidade, nos dá a oportunidade real para algumas mudanças significativas.
É importante compreender que a mobilização do conhecimento é interna e supõe um desejo do próprio aluno. A verdadeira ação pelo processo de aprendizado está no educando. A escola que aí está, a real, com professores desmotivados, com sua dignidade ética, moral, econômica e social ameaçada pelos salários desgastados, desgostosos com as más condições de trabalho, cansados pelas jornadas exaustivas, com a percepção de impotência gerada pelos pacotes educacionais, que mudam a cada governo, provocando a descontinuidade dos programas educativos, faz da escola um lugar onde os profissionais não estabelecem a sua identidade. Em razão da subordinação da escola aos interesses dos grupos que dominam a vida social, cultural e econômica do país , e por legitimar as diferenças sociais, o sistema escolar não oferece condições de um trabalho de qualidade da educação.
A crise da educação é um dos cenários da crise do Estado, pois a educação é pública. O Estado tem obrigação de garantir através das políticas educacionais a oportunidade de um ensino de qualidade a todos. Portanto, a escola precisa de idéias claras e valores apropriados; a escola precisa ser menos dever e mais ser. Dentro de uma escola devemos nos perceber como aliados e não como inimigos. O professor solitariamente não conseguirá articular mudanças abrangentes.
As reformas educacionais realizadas no Brasil,impossibilitam a execução dos projetos; desse modo, somos influenciados por modelos inadequados para a resolução de nosso problema. O principal fator decorre do fato de a legislação sempre se espelhar nos interesses das classes representadas no poder. A escola que há alguns anos preocupava-se tão somente com a transmissão do conhecimento e aspectos pertinentes à socialização secundária, está às voltas, atualmente, com problemas de socialização de difícil solução dentro das referências em que ela se construiu. Sendo assim, os professores são os atores que mais sofrem as inseguranças para darem conta das demandas que aparecem nas salas de aulas.
“As reformas presentes, no plano do discurso, exigem descentralização e flexibilidade, mas as práticas institucionais ainda se vêem obrigadas a acontecerem dentro de um panorama de imobilismo e de travas burocráticas.” (Edson do Carmo Inforsato).
Segundo Silva (1996, p. 47,48): (...) a escola pública, em nosso país identificada com a escola estatal, tem como elemento definidor mais importante o fato de ser primeiramente “escola” e posteriormente “pública”; em outras palavras, não é o público que lhe dá o toque essencial, mas o ser escola. (...) a escola pública será aquela que está a serviço dos interesses autênticos da população”.
http://educador.brasilescola.com/politica-educacional/defesa-professor-escola-publica.htm
POLÍTICA EDUCACIONAL
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
http://www.nota10.com.br/Conteudos-detalhes-Nota10_Publicacoes/9550/educadores_defendem_menos_conteudo_e_mais_qualidade_no_ensino_basico

Educadores defendem menos conteúdo e mais qualidade no ensino básico
16/9/2015 - QUARTA-FEIRA - Agência Brasil -
Educadores debateram ontem (15), no Rio de Janeiro, em sessão especial do Fórum Nacional do Instituto de Altos Estudos, a qualidade do ensino básico aplicado nas escolas do país. O tema foi abordado no painel “Transformar a educação, para que a educação transforme o Brasil”, dentro da sessão especial do Fórum Nacional do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), que vai até amanhã na cidade.
Diminuir a quantidade de conteúdo obrigatório para o ensino fundamental e médio e garantir que todos os alunos adquiram as habilidades básicas foi uma das sugestões feitas por professores como um dos meios para melhorar a educação no Brasil.
O painel contou com a participação do ministro da Educação, Renato Janine, e do senador Cristovam Buarque, ex-ministro da pasta, e de outros educadores. Para o professor Simon Schwartzman, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS), o principal gargalo na educação está no ensino médio, um modelo criado há 70 anos e voltado para o ingresso na faculdade.
“Se conseguirmos destravar o ensino médio e abrir um pouco para experimentos, para iniciativas, conseguiremos avançar. É muito importante acabar com esse enciclopedismo, que não leva a nada, 15, 16 matérias que o aluno tem que passar correndo, e nunca chega a aplicar. Nós temos que permitir que os alunos optem e passem por diferentes áreas de formação e aprofundamento”. Ele destacou a importância do ensino técnico e profissional como uma opção de ensino médio, e não um complemento, como ocorre hoje.
O ex-secretário de Estado de Educação do Rio de Janeiro Wilton Risolia afirmou que o ensino médio não atende as necessidades nem de quem cursa, nem do país. “Nosso ensino médio é uma commoditie às avessas. Não tem fundamento nenhum nem base teórica exigir que o menino que quer ser médico, e o que quer ser jornalista, façam rigorosamente o mesmo ensino médio. Ou que o percurso formativo de quem quer ser músico e quem quer ser engenheiro seja a mesma escola”, afirmou.
O ministro Renato Janine destacou que houve muitos avanços no ensino técnico e que o Brasil ficou em primeiro lugar no WorldSkills Competition, realizado em agosto, em São Paulo. Ele lembrou que o ministério vai lançar amanhã (16) as bases comuns nacionais dos componentes curriculares, que devem contemplar cerca de 60% do que será ensinado nas escolas. O restante deve ser preenchido por conteúdos regionais, como prevê o Plano Nacional de Educação, aprovado no ano passado.
“Penso que, neste momento, a grande contribuição da base comum é sairmos de discussões genéricas para entrarmos na discussão de conteúdo: no que deve ser ensinado. E de competência: o que os alunos devem aprender. A educação é uma área no Brasil que demanda muita discussão, sobretudo sobre métodos pedagógicos, aprendizagem, e foco no aluno, nas boas práticas. Temos grandes avanços nisso, mas creio que podemos ir muito longe”.
Para o senador Cristovam Buarque, é necessário uma reforma total no sistema educacional brasileiro, partindo da federalização do ensino para que a qualidade chegue a todas as cidades. “Um núcleo comum federal com a escola municipal não vai acontecer. As pessoas esquecem a pobreza das cidades. Tem cidades no Brasil cuja receita anual da prefeitura não chega a cem reais por pessoa. Como é que vai dar uma boa escola, como é que vai pagar o professor, como é que vai exigir um professor de qualidade, se eles são escolhidos na própria cidade, não vem de fora? Os funcionários do Banco do Brasil não são escolhidos na própria cidade, vem de fora. Os juízes vem de fora, os delegados vem de fora. A professora é da cidade”.
Para o senador, a reforma curricular deve incluir o horário integral e a escolha de disciplinas pelo próprio aluno. “O aluno quer aprender violão, tem que ter espaço para ele como disciplina violão, tem que ir atrás do gosto do aluno. Agora, tem que ter um núcleo central, todos têm que ter: história do Brasil, geografia, noções de matemática, português, como falar bem. Mas a partir daí, química, deixa para alguns, não precisa todos saberem química. Então, não diminui o número de disciplinas, diminui o número de disciplinas obrigatórias e aumenta as que o aluno escolhe”.
Segundo Cristovam outros pontos que vão contribuir para melhorar a qualidade do ensino são formação e seleção do professor e dedicação exclusiva. “Professor qualificado e dedicado na sala de aula, professor que dá aula em três escolas não dá bem em nenhuma, tem que ser dedicado”. Ele acrescenta também avaliação do professor e capacitação para o uso das tecnologias. “A criança não aguenta uma aula no quadro negro mais, é uma violência para uma criança que nasceu vendo televisão, computador, internet, celular”.
Educadores debateram ontem (15), no Rio de Janeiro, em sessão especial do Fórum Nacional do Instituto de Altos Estudos, a qualidade do ensino básico aplicado nas escolas do país. O tema foi abordado no painel “Transformar a educação, para que a educação transforme o Brasil”, dentro da sessão especial do Fórum Nacional do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), que vai até amanhã na cidade.
Diminuir a quantidade de conteúdo obrigatório para o ensino fundamental e médio e garantir que todos os alunos adquiram as habilidades básicas foi uma das sugestões feitas por professores como um dos meios para melhorar a educação no Brasil.
O painel contou com a participação do ministro da Educação, Renato Janine, e do senador Cristovam Buarque, ex-ministro da pasta, e de outros educadores. Para o professor Simon Schwartzman, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS), o principal gargalo na educação está no ensino médio, um modelo criado há 70 anos e voltado para o ingresso na faculdade.
“Se conseguirmos destravar o ensino médio e abrir um pouco para experimentos, para iniciativas, conseguiremos avançar. É muito importante acabar com esse enciclopedismo, que não leva a nada, 15, 16 matérias que o aluno tem que passar correndo, e nunca chega a aplicar. Nós temos que permitir que os alunos optem e passem por diferentes áreas de formação e aprofundamento”. Ele destacou a importância do ensino técnico e profissional como uma opção de ensino médio, e não um complemento, como ocorre hoje.
O ex-secretário de Estado de Educação do Rio de Janeiro Wilton Risolia afirmou que o ensino médio não atende as necessidades nem de quem cursa, nem do país. “Nosso ensino médio é uma commoditie às avessas. Não tem fundamento nenhum nem base teórica exigir que o menino que quer ser médico, e o que quer ser jornalista, façam rigorosamente o mesmo ensino médio. Ou que o percurso formativo de quem quer ser músico e quem quer ser engenheiro seja a mesma escola”, afirmou.
O ministro Renato Janine destacou que houve muitos avanços no ensino técnico e que o Brasil ficou em primeiro lugar no WorldSkills Competition, realizado em agosto, em São Paulo. Ele lembrou que o ministério vai lançar amanhã (16) as bases comuns nacionais dos componentes curriculares, que devem contemplar cerca de 60% do que será ensinado nas escolas. O restante deve ser preenchido por conteúdos regionais, como prevê o Plano Nacional de Educação, aprovado no ano passado.
“Penso que, neste momento, a grande contribuição da base comum é sairmos de discussões genéricas para entrarmos na discussão de conteúdo: no que deve ser ensinado. E de competência: o que os alunos devem aprender. A educação é uma área no Brasil que demanda muita discussão, sobretudo sobre métodos pedagógicos, aprendizagem, e foco no aluno, nas boas práticas. Temos grandes avanços nisso, mas creio que podemos ir muito longe”.
Para o senador Cristovam Buarque, é necessário uma reforma total no sistema educacional brasileiro, partindo da federalização do ensino para que a qualidade chegue a todas as cidades. “Um núcleo comum federal com a escola municipal não vai acontecer. As pessoas esquecem a pobreza das cidades. Tem cidades no Brasil cuja receita anual da prefeitura não chega a cem reais por pessoa. Como é que vai dar uma boa escola, como é que vai pagar o professor, como é que vai exigir um professor de qualidade, se eles são escolhidos na própria cidade, não vem de fora? Os funcionários do Banco do Brasil não são escolhidos na própria cidade, vem de fora. Os juízes vem de fora, os delegados vem de fora. A professora é da cidade”.
Para o senador, a reforma curricular deve incluir o horário integral e a escolha de disciplinas pelo próprio aluno. “O aluno quer aprender violão, tem que ter espaço para ele como disciplina violão, tem que ir atrás do gosto do aluno. Agora, tem que ter um núcleo central, todos têm que ter: história do Brasil, geografia, noções de matemática, português, como falar bem. Mas a partir daí, química, deixa para alguns, não precisa todos saberem química. Então, não diminui o número de disciplinas, diminui o número de disciplinas obrigatórias e aumenta as que o aluno escolhe”.
Segundo Cristovam outros pontos que vão contribuir para melhorar a qualidade do ensino são formação e seleção do professor e dedicação exclusiva. “Professor qualificado e dedicado na sala de aula, professor que dá aula em três escolas não dá bem em nenhuma, tem que ser dedicado”. Ele acrescenta também avaliação do professor e capacitação para o uso das tecnologias. “A criança não aguenta uma aula no quadro negro mais, é uma violência para uma criança que nasceu vendo televisão, computador, internet, celular”.
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
ANALFABETISMO NO BRASIL
ANALFABETISMO
NO BRASIL
Não é de hoje que se sabe que
o índice de analfabetismo no Brasil ainda é grande, tendo milhões de
analfabetos acima dos 15 anos de idade.
Isso é uma realidade causada
pelos modelos de educação arcaicos, sem inovações, que tolhem a capacidade
criativa dos sujeitos, gerando insegurança e insatisfação pessoal.
Convencidos de que não
adianta continuar na escola, muitos estudantes se afastam da mesma por pura
falta de motivação, por não acreditarem que são capazes de vencer.
O medo domina as sensações
prazerosas do aprender, pois repetências anteriores, exposições diante dos
colegas, humilhações dentro da sala de aula coíbem o sujeito, demonstrando que
ele não é capaz.
No Brasil ainda existe a
concepção de que os menos favorecidos não têm condições de aprender, devendo
aceitar que são a mão de obra pesada e barata do país, estando às margens da
nossa pirâmide social.
Para melhorar essa visão, a
escola deve manter uma política educacional voltada para atender a diversidade,
através de planos de ação que valorizem as habilidades e potencialidades de
cada um. Seria mesmo identificar o que cada um tem de bom, em quê cada qual
pode colaborar com as experiências e crescimento do grupo.
Dessa forma, preocupados com
a defasagem do ensino, buscando qualificar o trabalho docente, voltam-se para a
motivação desses alunos, dando oportunidade aos mesmos, inserindo-os num grupo
que está mais adiantado.
Além disso, não se pode
descartar a realidade social em que cada um vive. Muitas crianças ficam paralisadas
porque não recebem atenção necessária, outras são alvos de agressões, outras
sofrem abusos sexuais, algumas têm que trabalhar para sustentar suas famílias,
etc.
A escola precisa considerar
todos esses aspectos e muitos outros, repensando seus valores, buscando
diminuir as diferenças entre os alunos, identificando porque uns aprendem e
outros não.
Segundo pesquisas do
Ministério da Educação, no Brasil são 16 milhões de analfabetos, pessoas que
não conseguem sequer escrever um bilhete. Já os que não chegaram a concluir a
4ª série do ensino fundamental I, somam 33 milhões, concentrados em 50% no
norte e nordeste do país.
Dessa forma, podemos
questionar como acontecerá o crescimento social e econômico do país se não
temos política educacional consistente?
É preciso repensar para
mudar!
Por Jussara de Barros
Pedagoga
Pedagoga
10 % de Faltas do aluno em São Paulo já farão escola cobrar pais
http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,10-de-faltas-do-aluno-em-sao-paulo-ja-farao-escola-cobrar-pais,1754720
Comentário baseado na matéria do Estadão, que esta no link acima.
Siga @Estadao no TwitterAssine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
dcdcdcdcjjc
Comentário baseado na matéria do Estadão, que esta no link acima.
A tentativa para diminuir o
abandono escolar na rede de ensino publico, não é apenas uma questão de
controlar a frequência dos alunos, mas criar estratégias para um ambiente
escolar onde suprem as reais necessidades da vida do aluno, um exemplo disso é
quando o aluno chega ao ensino médio, entrando para o mercado de trabalho,
muitas vezes não consegue conciliar escola e trabalho, tendo poucos atrativos
para sua permanência na escola, o aluno acaba optando pelo o trabalho que ira
ajuda-lo tanto financeiramente como na sua precoce experiência profissional,
resultando em profissionais sem qualificações que acabam não suprindo nem a
necessidade do mercado de trabalho e nem do Profissional "aluno". Acredito que nossa grade curricular esta
ultrapassada, pois as matérias e formas de ensino não acompanharam a evolução
da sociedade, um exemplo claro é a internet, podemos ter a resposta para muitas perguntas em apenas 1 click, diferentemente a 10 ou 12
anos atrás que teríamos que pesquisar em livros e mais livros, deveríamos utilizar desse fator para
direcionar o aluno há usufruir de meios
tão vastos de conhecimento e ao mesmo tempo perigoso pois nem tudo que esta na
rede é verídico e confiável.
Adriana Pinto Pereira/ Pedagogia/NMA 4.
Assine o Estadão All Digital + Impresso todos os diasAdriana Pinto Pereira/ Pedagogia/NMA 4.
Siga @Estadao no TwitterAssine o Estadão All Digital + Impresso todos os dias
dcdcdcdcjjc
http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2015/09/1677271-corte-maior-no-orcamento-e-realidade-para-2016-diz-ministro-da-educacao.shtml
O discurso do ministro da
Educação Renato Janine Ribeiro nesta matéria é algo que teoricamente leva-nos a
querer acreditar na intenção em se buscar melhorias na politica educacional não
fosse a escancarada falta de interesse que parte dos chamados “poderosos” pela
Educação em nosso país, pois como se explicaria a evidente deficiência que
temos na Educação, e em meio à crise a mesma ainda ser a área onde aconteceu o
maior índice de corte orçamentário.
O MEC por sua vez tenta
mostrar a incessante busca por soluções que a meu ver não passam de gambiarras.
É inconcebível um país que ao sediar a copa do mundo priorizou a construção e
reformas de estádios de futebol para transforma-los em “coisa” de primeiro
mundo, vir agora tratar como soluções efetivas e eficazes com pouco custo a não
construção de mais creches e congelamento do programa Ciências Sem Fronteiras.
Se escola é lugar de se
buscar conhecimento, de desenvolver o intelecto e até mesmo formar cidadãos
autônomos, porque motivo transforma-las em puxadinhos para aglomerar crianças?
Claro que o ministro Janine
Ribeiro não poderia deixar de elogiar os alunos brasileiros por um desempenho
louvável que os levou a primeiro lugar na ultima edição do World Skills, ele
enfatiza o fato de os mesmos deixarem para traz países como Alemanha e
Finlândia, porém este êxito já esta sendo usado como atributos a um partido politico
numa propaganda de TV onde a escola citada é uns dos mais requisitados centro
de treinamento profissionalizante para jovens (SENAI).
Será utopia ver os governantes trazendo
melhorias a Educação sem visar lucro ou fazer politicagem?
Portanto é correto afirmar
que o Brasil só alcançara o tão sonhado êxito na Educação quando colecionar não
só medalhas e troféus, mas sim cidadãos pensantes com um único desejo colocar a
Educação em primeiro lugar no PODIUM.
Débora dos Santos/
Pedagogia/NMA 4.
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)
